A InBrain, pessoa jurídica, nasceu alicerçada pela história e trajetória da fundadora, a pessoa física, Luciane Moscaleski. E, de fato, foi construída e tem se desenvolvido à luz de múltiplas experiências e fontes de conhecimento, decorrentes do caminho trilhado, em particular no esporte, e na busca pelo conhecimento que sempre marcou a sua vida e fez e faz parte de sua natureza.
Essa vivência profunda de uma trajetória dedicada ao esporte em sua essência mais completa, como atleta, preparadora física, estudante e ávida pelo conhecimento, que prosseguiu como pesquisadora e neurocientista, moldou não somente a pessoa da Luciane Moscaleski, mas também os fundamentos da InBrain.
A história da Luciane Moscaleski com a ciência e com a neurociência se iniciou muito antes do seu interesse em estudar o esporte e posteriormente em tentar entender o esporte e o mundo na lógica científica e no nível de análise da neurociência. Luciane Aparecida Moscaleski, fundadora da InBrain, construiu sua carreira ao longo de 23 anos como atleta profissional de basquetebol, com passagens marcantes pela Seleção Brasileira, Campeonatos Sul-Americanos, e diversas conquistas nacionais, como títulos paulistas e brasileiros. A experiência de viver o alto rendimento na íntegra, aliada à atuação posterior nas comissões técnicas como preparadora física, tanto em categorias de base quanto no esporte profissional de alto rendimento, proporcionou um olhar integral e integrado sobre o que realmente impulsiona, determina, e limita o desempenho esportivo de um atleta e seu desenvolvimento como indivíduo, em interação constante com o ambiente.
Formada em Administração de Empresas, Marketing e Educação Física (Licenciatura e Bacharelado), Luciane Moscaleski encontrou na ciência, na lógica científica, a sua âncora de visão do mundo. A possibilidade de estender o conhecimento, colaborando com sua produção e disseminação, e, ao mesmo tempo, contribuindo não somente para o avanço do conhecimento propriamente dito, mas para sua translação e aplicação para a melhoria de vida do ser-humano, “capturou” a Luciane Moscaleski e deu sentido à toda trajetória até aquele momento construída. Ela identificou a possibilidade de fortalecer o elo entre prática e teoria.
Passa então a integrar grupos de estudo e pesquisa e participar de projetos de pesquisa em diferentes áreas do conhecimento, em paralelo com sua atuação profissional no esporte, que neste momento da trajetória, marcava a transição da atleta de alto rendimento, para membro de comissões técnicas, dando continuidade, por um lado à vivência no esporte profissional, e por outro, podendo ter nova experiências, em particular, relacionadas ao desenvolvimento integral de atletas, de pessoas, de grupos de atletas, da gestão de pessoas e dos respectivos grupos.
O consequente envolvimento e desenvolvimento da Luciane Moscaleski no ambiente acadêmico e de pesquisa, em interação com o ambiente profissional do esporte de alto rendimento, a levou ao programa de pós-graduação (mestrado e doutorado) no Centro de Matemática, Computação e Cognição da Universidade Federal do ABC. Durante seu período de formação no mestrado e doutorado, tornou-se pesquisadora do NeuroSports_Lab da Escola de Educação Física e Esporte da USP e Membro da Rede NAPeN (organização intelectual composta por grupos do setor público ou privado, pessoas físicas ou jurídicas, dedicados à assistência, ensino, pesquisa, desenvolvimento científico e/ou inovação tecnológica, no âmbito da neuromodulação não invasiva).
O elo visualizado pela Luciene Moscaleski, entre a ciência, produção científica e a prática profissional em diferentes dimensões, setores e áreas, se tornou cada vez mais forte, o que reflete até hoje em suas diversas áreas de atuação. A pesquisadora continua envolvida em projetos de pesquisa, produzindo conhecimento e disseminando este conhecimento através de publicações científicas, e atualmente, atua como neurocientista na equipe profissional de futebol da Sociedade Esportiva Palmeiras e na KTF Esportes (Stock Car), além de desenvolver trabalhos com atletas de diferentes modalidades, individuais e coletivas.
A InBrain surge, portanto, como fruto de uma história vivida dentro e fora das quadras. Mais do que uma empresa, é a materialização do desejo de integrar a neurociência ao esporte de maneira prática, acessível e transformadora — com o objetivo de potencializar o desempenho humano por meio da compreensão do cérebro em movimento.
InBrain: neurociência aplicada à alta performance, com a alma de quem já esteve no jogo, e ainda permanece nele.
potencializar o desempenho esportivo, saúde e bem-estar no cotidiano e no mundo empresarial dos nossos clientes por meio do entendimento e da otimização das funções cerebrais. Com base na mais recente ciência do cérebro, oferecemos treinamentos e ferramentas personalizadas que ajudam nossos clientes a acreditar, mentalizar e performar, conquistando não apenas mais um título em suas vidas, mas superando seus próprios limites.
ser reconhecida como líder global em soluções de neurociência para o esporte, cotidiano e mundo empresarial.
- Inovação: buscar constantemente por novas tecnologias que possam revolucionar o treinamento e a performance esportiva.
- Integridade: manter a ética e transparência em todas as nossas ações e interações com clientes e parceiros.
- Excelência: comprometimento com a qualidade superior em todos os serviços oferecidos.
- Colaboração: fomentar um ambiente de trabalho cooperativo, onde a troca de conhecimento entre profissionais e clientes é essencial para o sucesso mútuo.
- Resiliência: encorajar e desenvolver a capacidade de superar desafios, tanto mental quanto físico, dentro e fora do seu ambiente de trabalho (quadra, campo, empresa, escola, etc).
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O homem deve saber que de nenhum outro lugar, mas apenas do encéfalo, vem a alegria, o prazer, o riso e a diversão, o pesar, o luto, o desalento e a lamentação. E por isso, de uma maneira especial, nós adquirimos sabedoria e conhecimento e enxergamos e ouvimos e sabemos o que é justo e injusto, o que é bom e o que é ruim, o que é doce e o que é insípido… E pelo mesmo órgão nos tornamos loucos e delirantes, e medos e terrores nos assombram…Todas essas coisas nós temos de suportar do encéfalo quando não está sadio… Nesse sentido, opino que é o encéfalo quem exerce o maior poder sobre o homem.
— Hipócrates, Sobre a Doença Sagrada (Séc. IV a.C.)